terça-feira, 3 de julho de 2012

Acidentes na infância


Como prevenir e socorrer em casos de emergências

Acidentes são comuns durante a infância, portanto, os pais devem estar sempre preparados para agir com os primeiros socorros e buscar ajuda médica rapidamente. A maioria dos acidentes com bebês e crianças, sobretudo as quedas, causa lesões leves, porém, alguns podem ser fatais.
Segundo o Dr. Paulo Sérgio Ciola, chefe do Departamento de Pediatria do Hospital Ana Costa, os acidentes são a causa mais comum de mortes em crianças maiores de um ano. Também causam incapacidade e sofrimento significativos em crianças e podem acarretar estresse pós traumatismo.

Bebê aproximando a mão da tomada - eprom /ShutterStock
Os tipos de acidentes que acometem os pequenos dependem da idade e do estágio de desenvolvimento da criança. Por exemplo, na fase entre 1 e 2 anos de idade, os acidentes em geral ocorrem no domicilio. As crianças com essa faixa etária são propensas às quedas, escaldaduras, ingestão de substâncias potencialmente nocivas, e afogamentos na banheira ou piscina.
“Lactentes e crianças de 1 a 2 anos necessitam de supervisão constante feita por adultos. A maioria dos acidentes graves em crianças pequenas pode ser prevista e prevenida por um adulto”, alerta o Dr. Ciola.
Já as crianças maiores sofrem uma gama diferente de acidentes, sobretudo como pedestres ou ciclistas, durante a prática de esportes ou por quedas ao escalar alturas.
Prevenção de acidentes e procedimentos de emergência:
Acidentes com pedestres: as crianças entre 5 e 9 anos estão sobre risco máximo, sobretudo na saída da escola. São incapazes de estimar a velocidade ou prever perigos do trânsito e situações perigosas. Embora seja importante conscientizar as crianças sobre os riscos, a prevenção primária deve ser feita com supervisão adulta.
Acidentes com passageiro: uso do cinto de segurança e cadeira adequadas para idade e posicionamento correto é fundamental para evitar acidentes no trânsito.
Acidentes com ciclistas: quando a criança aprende a andar de bicicleta as quedas são inevitáveis. Portanto, o uso de capacete de segurança é muito importante para evitar lesões graves. 
Lesões internas: muitas vezes aparentemente a criança não está machucada após um traumatismo intenso, porém, pode haver lesões internas. Nesses casos devem ser levadas ao Pronto Socorro imediatamente após o acidente para serem realizados exames.
Queimaduras e Escaldaduras: as queimaduras são a segunda maior causa de morte mais frequente na infância. Alguns cuidados para prevenir esse tipo de acidente são evitar que as crianças circulem perto de fogões, deixar os cabos das panelas sempre virados para dentro, e não deixar tomadas sem proteção. As crianças com grandes queimaduras deverão ser encaminhadas imediatamente ao Pronto Socorro.
Para queimaduras leves, ou seja, vermelhidão sem formação de bolhas provocada por contato leve com ferro quente, panela quente, etc., coloque a parte queimada embaixo de água corrente fria ou, se possível, dentro de uma vasilha com água fria por uns 5 minutos. Depois, apenas enxugue sem esfregar e envolva a área com uma gaze ou pano limpo e seco.
Não passe ou coloque nenhum tipo de produto no ferimento, como pomadas, pó de café, pasta de dente, e nem esfregue no cabelo.
Se a queimadura for mais intensa, com formação de bolhas, coloque a área afetada embaixo da água corrente por 5 minutos. Se for preciso, coloque a pessoa no chuveiro, usando sempre água fria. Depois de passados 5 minutos, envolva o corpo com um pano limpo e seco, sem esfregar, e leve a pessoa ao pronto-socorro imediatamente.
Se a queimadura foi resultante de contato intenso com fogo ou produtos químicos, leve o paciente imediatamente ao pronto-socorro.
E lembre-se: nunca fure as bolhas.
Afogamentos ou quase afogamentos: deixar uma criança sozinha em uma banheira, mesmo que só por alguns minutos, pode ser fatal. Mesmo as crianças maiores podem escorregar e ter dificuldade de se levantar em uma banheira cheia de água. As piscinas devem ter cercas ou redes que evitem o acesso. Ainda assim, a supervisão de um adulto sempre que estiverem perto do local é importante.
Intoxicação: crianças são curiosas e adoram experimentar coisas que desconhecem. Para evitar esse tipo de acidente, evite armazenar produtos de limpezas em garrafas PET de refrigerantes, não deixe produtos tóxicos ao alcance dos pequenos, guarde remédios em armários trancados. Caso haja ingestão de quaisquer produtos, seja limpeza, remédios ou outras substâncias, a criança deve ser imediatamente levada ao Pronto Socorro.
Engasgamento: crianças pequenas adoram levar objetos estranhos à boca e é comum engasgar ou sufocar com eles. Para evitar, não deixe peças pequenas por perto. Se ocorrer o engasgamento, estimule a criança a tossir e tente retirar da garganta se o objeto estiver à mostra. Caso contrário, leve imediatamente a um pronto socorro para que um profissional possa fazer a remoção adequadamente.
Traumatismo Crânio Encefálico: esta é a maior causa de morte em crianças. Em geral, para evitar esse tipo de trauma, não deixe as crianças sem supervisão de adultos. Lembre-se que os pequenos são rápidos e não tem noção do perigo. Verifique sempre a segurança do ambiente e a manutenção dos brinquedos. Mesmo parquinhos projetados para crianças podem oferecer perigo. Em casos de trauma, é mais importante entrar em contato com pediatra da criança ou levá-la ao Pronto Socorro.
Em qualquer caso de acidente com crianças, é importante os pais manterem a calma para socorrer a criança. Não é recomendado medicar a criança sem a orientação de um pediatra. Em casos de traumas leves, os pais podem observar a criança e ligar para o pediatra para pedir orientações. Se houver cortes profundos, lesões, intoxicação, queimadura, engasgamento ou outro trauma grave, a criança deve ser imediatamente levada ao Pronto Socorro.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Conjuntivite no inverno: cuidado com as crianças

Conjuntivite no inverno cuidado com crianças
Na estação mais fria do ano, aumentam os casos de conjuntivite, principalmente a viral, que pode ser transmitida rapidamente em ambientes de trabalho, escolas, creches e meios de transporte. Por isso é preciso cautela com as crianças.
O tempo seco, poluição, baixa umidade do ar e a consequente aglomeração de pessoas em ambientes fechados colaboram para a proliferação do vírus causador da infecção nos olhos.

Nas escolas e creches, é muito comum o contato entre as crianças, facilitando que o vírus se espalhe. Em média a infecção passa em até duas semanas.
Os especialistas recomendam que, ao surgirem os primeiros sinais da doença, que são olhos vermelhos, secreção, lacrimejamento, inchaço das pálpebras, coceira e sensação de areia, ardência e sensibilidade à luz, as crianças parem de frequentar as aulas, o que é primordial para 
controlar a doença. Neste período do ano é até mais tranquilo, já que as crianças em breve estarão de férias.
Segundo o oftalmologista do Hospital de Olhos Paulista, Pedro Antonio Nogueira Filho, ao primeiro sinal do problema é importante procurar atendimento oftalmológico. "Há vários tipos de conjuntivite e alguns podem apresentar sequelas ou a necessidade de um tratamento mais complexo", diz.
A contaminação acontece pelo contato direto com as secreções pelas mãos, toalhas e outros objetos. "Por isso é importante que o doente seja afastado de lugares públicos para não contaminar outras pessoas", aconselha o médico do H. Olhos.
O tratamento é feito com colírio receitado por um oftalmologista. A prescrição médica é importante, pois cada tipo de conjuntivite (alérgica, bacteriana ou viral) exige um tratamento específico.
Algumas recomendações para aliviar os sintomas até que a infecção passe são não coçar os olhos; usar água filtrada e lenços de papel descartáveis na limpeza; e fazer compressas geladas nos olhos para diminuir a irritação.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Leve as crianças para a cozinha!


receita-crianca

A cozinha pode ser o local ideal para um dia incrível ao lado dos seus filhos. Duvida? Esqueça a obrigação de fazer comida diariamente e convoque a criatividade para um dia de gourmet ao lado deles!
O primeiro passo é escolher o tema do prato. Se a turma gosta de massa, uma noite italiana é uma excelente pedida. Melhor ainda se puder ser naquele domingo nublado que combina com a famosa pizza, descoberta pelos egípcios e que ganhou o mundo através dos italianos.
Coloquem seus aventais, chapéus de pizzaiollos e produzam uma receita que agrada a todos os gostos: pizza de muçarela. Separe todos os ingredientes e divida as funções: você mistura tudo enquanto eles jogam na tigela o fermento para pão, o açúcar, o sal, a margarina, o ovo, o leite e o trigo.
Aos poucos, peça para uma das crianças ir colocando o óleo. Misture bem e, em seguida, pegue um rolo e abra os discos. Nessa parte, todos podem participar e é, com certeza, a mais divertida de todas! Coloque o molho e ponha no forno pré-aquecido a 200ºC até a pizza ficar com as bordas mais tostadas. A delícia está pronta e pode ser servida!
Para acompanhar, toalhinhas em xadrez e uma música italiana tornam o ambiente parecido com uma cantina do país europeu em forma de bota. Agora, se o seu filho possui um paladar mais apurado, que tal uma noite mexicana? Arriba!
Tirem as roupas coloridas do armário e caiam na gargalhada com aqueles chapéus enormes típicos do país. Os tacos são unanimidade e não é de hoje que caíram no gosto da criançada. Compre as tortilhas prontas, aqueça a frigideira e coloque-as até que assem. Nessa parte, deixe as crianças bem longe do fogão. Retire-as assim que dourar levemente os dois lados e embrulhe-as num pano de prato para mantê-las aquecidas.
As carnes que vão fazer parte do recheiotambém já devem estar prontas (filé de frango desfiado ou alcatra são as mais usadas). A parte do recheio fica com os pequenos, que cuidam da guacamole: separe todos os ingredientes e peça para eles colocarem a polpa do abacate na tigela com o tomate, o suco de limão, a pimenta e a cebola. Eles devem misturar bastante até o creme ficar homogêneo.
Depois, é só colocar o recheio nas tortilhas com a carne escolhida, enfeitar com alface americana e espalhar a guacamole. Enrole- as edecore a mesa com flores e uma toalha bem colorida.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Por que usar sabonete íntimo nos bebês?

Tem coisa mais gostosa do que tocar a suave pele de um bebê? Além de fortalecer os laços entre você e ele, o carinho é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos. É através da pele que eles percebem o mundo ao redor. Fina e delicada, ela merece nossa atenção especial, pois também é mais propensa a alergias, brotoejas, assaduras... Então, fique atenta.

Cuidados especiais para uma pele sensível

A pele dos bebês caracteriza-se por ser sensível, fina e frágil, com pH neutro, o que diminui consideravelmente a defesa contra os germes causadores de doenças. À medida que vai se adaptando ao novo ambiente, do lado de fora do útero da mãe, ela desenvolve o manto ácido protetor, a camada lipídica.

Portanto, os produtos cosméticos destinados à sua higiene requerem um cuidado especial na formulação. De acordo com estudo publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia, sobre prevenção e cuidados da pele da criança e do recém-nascido, “os agentes de limpeza ideais devem ser líquidos, suaves, sem sabão, sem fragrância, com pH neutro ou ligeiramente ácido, que não irrite a pele nem os olhos da criança, nem altere o manto ácido protetor da superfície cutânea”.

Sabonete íntimo infantil

Sua formulação é adaptada à delicadeza do nenê.
“Os sabonetes íntimos infantis já fazem parte da higiene do bebê. Eles têm o pH neutro e não irritam a pele, podendo, sim, serem usados no corpo todo, principalmente na limpeza das dobras”, diz o Dr.Jorge Huberman, pediatra do Hospital Albert Einstein. O especialista explica também que sua formulação ajuda a evitar as temíveis assaduras e outras irritações.“Por não terem contraindicações, podem ser usados diariamente que não há problemas”, completa.

Está na hora do banho!

Reserve um tempo para esse momento, procure torná-lo um evento prazeroso e divertido para seu filhote.

O banho é ótimo para refrescar e relaxar seu bebê naqueles dias agitados.

Momentos antes de ir pra cama, pode fazê-lo se sentir maravilhosamente sonolento e relaxado.

Verifique sempre a temperatura da água antes de colocá-lo na banheira.

Evite os excessos. Banhos muito frequentes podem afetar a camada protetora natural (manto ácido) da pele de seu bebê.

O sal na alimentação das crianças!

Consumo diário de sal do brasileiro está acima do recomendado pela OMS


Responda sinceramente: você sabe qual é a quantidade de sal que a sua família ingere diariamente? Se não faz a mínima ideia, é melhor ficar atenta. Uma pesquisa feita pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) verificou que o brasileiro consome, em média, 4,5 gramas de sódio por dia. Só para termos uma noção do exagero, a Organização Mundial de Saúde (OMS) prega que a ingestão do mineral não deve ultrapassar os 2 gramas diários (o que equivale a 1 colher de chá rasa). “Para as crianças, a recomendação é mais rigorosa: de 1 a 3 anos, ¼ de colher de chá de sal; dos 4 aos 8, ½ colher; e, a partir dos 8 anos, 1 colher bem rasinha”, diz a nutricionista Natália Dourado, consultora da Nutricêutica Alimentos Funcionais, no Rio de Janeiro.


A preocupação faz sentido, já que o excesso de sódio na dieta favorece a retenção de líquido pelo organismo, o que aumenta o volume de sangue e, por sua vez, o risco de hipertensão arterial, principalmente se há histórico na família. “Os pais devem desconfiar da quantidade do tempero se, após a refeição, o filho reclamar de sede, mesmo depois de beber água”, observa a nutricionista Lara Natacci, da Nutri Vita, em São Paulo. A especialista alerta que, nos casos mais graves, a criança pode ficar com os braços e as pernas inchados e reclamar de dores de cabeça.

Já a nutricionista Flávia Moraes Monteiro Carneiro, coordenadora do departamento de nutrição da rede Mundo Verde, em São Paulo, lembra que, a longo prazo, a pressão alta pode causar danos às paredes dos vasos sanguíneos. “Isso facilita o acúmulo de placas de gordura que podem provocar acidente vascular cerebral (AVC) e até infartos”, afirma.


Dose certa

As nutricionistas Flávia Moraes Monteiro Carneiro e Natália Dourado ensinam três estratégias campeãs para você manter o consumo de sal pelo seu filho sob controle:
? Tire o saleiro da mesa Assim, o pequeno não fica tentado a colocar pitadas extras na comida.
? Abuse dos temperos naturais Alho, cebola, orégano, cheiro verde e companhia dão um sabor especial aos pratos e permitem até eliminar o sal da preparação.
? Reduza o consumo de alimentos industrializados O conselho vale tanto para o salgadinho de pacote, a sopa pronta e o macarrão instantâneo quanto para os embutidos, os queijos amarelos e os sucos de caixinha e refrigerantes. Além do alto teor de sódio, eles têm sabor marcante, o que diminui a vontade da criança de consumir alimentos frescos, bebidas naturais e água.

Como fazê-lo comer o que não gosta?


 Pra ficar entre nós: quando o seu filho não quer se alimentar direito é um sufoco, não é? Você prepara a refeição com tanto carinho e ele torce o nariz. Isso acontece porque seu filhote não sabe que o corpo está em formação e que precisa dos nutrientes pra crescer forte e saudável. Surge, então, a dúvida: como fazê-lo comer o que não gosta? A nutricionista Andreia de Almeida Carvalho Vivas, do Hospital Badim, no Rio de Janeiro, dá dicas de como lidar com essa situação. 

1- Dê o exemplo

É bem verdade que as crianças têm muita resistência em aceitar alguns tipos de alimentos, como as frutas, verduras e legumes. Principalmente os “verdinhos”. Viram a cara, fazem cara de choro... Porém, é muito importante que esse bom hábito alimentar comece desde cedo, ao serem introduzidos novos alimentos de acordo com a faixa etária da criança. Tudo começa com o exemplo vindo de casa. Por isso, a família deve estar reunida sempre que possível durante as refeições, em horários regulares e longe da TV, que muitas vezes nos traz tentações não muito saudáveis. Além disso, não dá pra querer que o filho coma salada se ninguém mais na casa faz isso, certo?

2- Capriche na apresentação

Primeiramente, comemos com os olhos. Dessa forma, quanto mais colorido o prato, mais atrativo ele se torna – além de mais saudável –, pois estaremos incluindo pelo menos um elemento de cada grupo (proteínas, glicídios, lipídios, vitaminas e sais minerais). Vale enfeitar o prato, fazer carinhas com os legumes... Solte a imaginação!

3- Converse com seu filho

É preciso convencer as crianças da importância de uma boa alimentação para o bom desenvolvimento motor (andar, correr, brincar), social (interação familiar e com os próprios amiguinhos) e cultural (diversidade dos pratos, alimentos típicos de uma região ou de uma cultura, como a mandioca, típica da cultura indígena).

4- Brinque com ele

É válido dar exemplos lúdicos para que elas entendam a função de cada alimento ou mesmo para se identificarem com personagens. Por exemplo: comer espinafre para ficar forte como o Popeye; comer cenoura e ficar esperto como o Pernalonga. Afinal de contas, brincar também é saudável.

5- Deixe tudo às claras

Jamais esconda o que está oferecendo aos pequeninos. Podemos, sim, mudar a forma de preparação para tornar o alimento mais agradável aos olhos deles. Oferecer um bolinho de vagem no lugar de vagem refogada ou uma torta de legumes com variedades no recheio facilita a aceitação e mostra que o “bicho” não é tão feio como parece.

6- Sem brigas

Nunca obrigue a criança a comer, pois, assim, ela estará associando a comida a um castigo, punição e, consequentemente, tornará esse momento fonte de muito sofrimento. Esse horário deve ser prazeroso, e a recompensa virá naturalmente, como uma boa sobremesa ou um bom soninho depois da refeição.

7- Suplementos

Os suplementos alimentares tornam-se necessários, quando, após todas as tentativas, não obtivermos sucesso, ocasionando perda de peso. Vale lembrar que os suplementos não são substitutos das refeições, e sim um complemento.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Primeira braçada...

Programa estimula contato com a água desde os primeiros meses

Primeira braçada



O contato dos pequenos com a água pode ser mais do que apenas gostoso de assistir. A natação pode trazer benefícios ao desenvolvimento e à formação da criança. De acordo com um estudo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU), bebês que praticam natação desenvolvem mais o equilíbrio e a capacidade de compreensão do que aqueles que não sabem nadar.

Cada vez mais, os pais optam pela natação como o primeiro contato dos filhos com os esportes. Foi assim que o Centro de Bem Estar Levitas criou um programa de natação para bebês de 3 a 12 meses, que tem como objetivo desenvolver a coordenação motora e a capacidade respiratória das crianças, além da adaptação à água.